
a solidão opicional,
excitação de uma mente
que ao contrário de calma necessita de silêncio para seus gritos infinitos.
buscando na quietude, encontrada vagando livremente,
a melhor maneira de os gritos virarem canções
que digam sobre o que pensam, sobre poetas já mortos, sobre livros que hão de vir
que digam sobre corações
como o meu, que aflito por liberdade, sempre some de meus próprios domínios
e quando volta,
me traz uma carga de experiência, inimaginável, pronta para ser usufruida,
aplicada na vida.
solto, permaneço vivendo como o animal que sou,
não mais um dessa espécie que se julga superior
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